Confira a agenda do Festival Novo Mundo e
programe-se para não perder nada!

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07 de julho | 10h - 11h
Em terra de robô, quem tem coração é rei
Flavio Tavares
Fundador da Welcome Tomorrow
De repente, fomos surpreendidos por uma pandemia sem precedentes e o mundo entrou em quarentena. O isolamento social e a não-mobilidade tornaram o debate dos temas da Welcome Tomorrow ainda mais urgentes e imprescindíveis para encontrar meios de sobreviver à crise. Empresas aceleraram transformações e pessoas precisaram repensar suas relações com o próximo, com o trabalho, com o mundo e, especialmente, com elas mesmas.
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07 de julho | 11h - 12h
2020: o ano em que o mundo parou
André Iasi
CEO da Estapar

 Alexandre Lafer Frankel
CEO da Vitacon

 Myriam Tschiptschin
Arquiteta, urbanista e gerente da unidade de Smart Cities e Infraestrutura Sustentável do CTE

Luciana Nicola
Superintendente de Relações Institucionais, Sustentabilidade e Negócios Inclusivos do Itaú Unibanco
A COVID-19 mudou radicalmente a forma como as pessoas se relacionam com o espaço urbano. A hipótese de que as políticas de transporte público não são suficientes apresenta-se mais forte do que nunca. Investimento em infraestrutura e segurança para circulação de novos modais também se mostra como prioridade. Mais do que uma alternativa, a tecnologia remota tende a ser essencial nas relações pessoais e profissionais, impactando os deslocamentos, os espaços de trabalho e a acessibilidade. A diminuição da interferência do homem nos espaços urbanos também refletiu na recuperação ambiental do planeta. O momento é de repensar sobre estilo de vida, necessidade de consumo, importância do trabalho e senso de cidadania e comunidade.
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07 de julho | 12h - 12h30
Quem será você nesse novo mundo?
Levi Lima
Cantor, produtor musical e palestrante
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07 de julho | 17h - 18h
Sem trabalho, sem futuro
Sofia Esteves
Presidente do Conselho do Grupo Cia de Talentos
A pandemia impactou o mercado de trabalho, uma vez que, com menos pessoas saindo de casa, o consumo das famílias caiu. Como consequência, muitas empresas tiveram perdas de receitas e tiveram de fechar as portas ou reduzir o quadro de funcionários para tentar enfrentar o período de crise. Ou seja, a crise na saúde veio junto com altos índices de desemprego, ambos combinados a uma polarização política a respeito das medidas de isolamento social. O Brasil vai superar tudo isso?
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07 de julho | 18h - 19h
Quem vai salvar a economia?
Daniel Castanho
Presidente do conselho de administração da Ânima e idealizador do movimento "Não Demita"

Gianna Sagazio
Diretora de Inovação da CNI

Douglas Pina
Diretor executivo da Ticket Log
As empresas não estavam preparadas para lidar com crises de grandes proporções, como a da atual pandemia da COVID-19, que exigem o isolamento social e a paralisação total ou parcial das operações. Nesse sentido, destacam-se dois cenários: empresas investindo em tecnologia e implantando projetos que antes caminhavam a passos mais lentos; e empresas demitindo funcionários e fechando as portas. O que fazer para retomar a atividade econômica passada a fase mais aguda da crise? O setor privado tem condições de se recuperar por conta própria (sem intervenção do estado)? Qual a responsabilidade dos colaboradores nesse cenário de mudanças no modelo tradicional de trabalho?
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07 de julho | 19h - 19h30
Back2Basic: O futuro do futuro
Dante Freitas
Empreendedor, fundador do Gravidade Zero e embaixador do SingularityU Chapter Recife

Renan Hannouche
Nerd empreendedor, poeta e fundador do Gravidade Zero
A nossa relação com o trabalho vai mudar? Aliás, ela já mudou? A expectativa para decifrar o mundo depois da pandemia aumenta a cada dia de isolamento, mas será que é possível fazer previsões? Quais os caminhos mais prováveis para o futuro impactado por uma crise como essa? Voltar ao que era antes ainda é uma opção? O que será esse tal de novo normal?
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08 de julho | 10h - 11h
O Brasil está pronto para a educação da nova era?
Emílio Munaro
Vice-Presidente do Instituto Ayrton Senna
A estrutura educacional brasileira é considerada uma das piores do mundo: altos índices de anafalbetismo, baixo desempenho escolar, desvalorização do papel do professor, baixos salários, ambientes escolares precários, má qualidade de ensino e infraestrutura, entre muitos outros agravantes. Melhorar a metodologia de ensino e estudar a implantação de tecnologias no ensino é uma discussão válida, mas existe um grande caminho a ser percorrido para que as mudanças sejam, de fato, acessíveis para todos.
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08 de julho | 11h - 12h
Empresas também ensinam
Mariana Achutti
CEO da SPUTNiK

Gustavo Brito
Head de Educação Corporativa do Grupo Boticário

Camila Tabet
Diretora de People Design da Ambev para América do Sul
Não só os métodos de ensino estão expandindo, como a própria indústria de educação tem sofrido grandes transformações. Em um contexto como o do Brasil, em que o conhecimento que o estado fornece é insuficiente, as empresas pararam de esperar que os colaboradores tivessem todas as habilidades necessárias para o trabalho já desenvolvidas e começaram a criar seus próprios sistemas de capacitação. Por isso, muitas têm direcionado suas ações no sentido de criar e desenvolver competências nos seus colaboradores, por meio de implantação de programas específicos oferecidos para e pela própria organização. As corporações como plataformas de educação se mostram, então, como um nicho promissor para facilitar o trabalho e o aprendizado de funcionários.
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08 de julho | 12h - 12h30
Todo mundo tem algo para ensinar. E todo mundo tem muito o que aprender
Sidnei Oliveira
Escritor e mentor de carreira
Em tempos de pandemia, as coisas não estão funcionando conforme o esperado. Por isso, falar sobre educação no ambiente corporativo e sobre as relações interpessoais é importante e há muitos questionamentos em jogo. Líderes jovens são desafiados constantemente a acessarem o conhecimento e experiência dos líderes tradicionais e veteranos que, por sua vez, precisam se reinventar e formar sucessores. Qual, então, é o perfil ideal de um mentor? Como enfrentar - e resolver - os conflitos de gerações? E como as empresas e os profissionais podem usar todos os recursos a favor no enfrentamento da crise provocada pela COVID-19?
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08 de julho | 17h - 18h
Consumo e comportamento no mundo pós-pandemia
Álvaro Machado Dias
Neurocientista cognitivo, professor livre-docente da Universidade Federal de São Paulo, diretor do Centro de Estudos Avançados em Tomadas de Decisão e sócio do Instituto Locomotiva.
O isolamento social deixou a todos ainda mais dependentes da internet, seja para estudar, para se informar, para se conectar com família e amigos ou mesmo para realizar compras e evitar sair de casa. Empresas dos mais diferentes segmentos precisaram inovar: em algumas semanas, a pandemia forçou uma transformação digital que poderia demorar anos. A mudança de comportamentos do brasileiro e os novos hábitos adquiridos durante a pandemia irão ditar aspectos do “novo normal”?
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08 de julho | 18h - 19h
Caminhos existem: é preciso ter atitude
Nina Silva
CEO do Movimento Black Money

Fred Rocha
Especialista em varejo e um dos pioneiros do e-commerce no Brasil
Crises são momentos de reinvenção do negócio, e sobrevive quem souber aproveitar o momento. Grandes empresas e pequenos negócios estão utilizando a criatividade para fidelizar antigos consumidores e atrair novos clientes por meios digitais. Essas empresas agora estão presentes na internet, criando e-commerces, aplicativos, disponibilizando vendas online com delivery ou retirada nas lojas, etc. Essa complementaridade entre o físico e o digital tem enriquecido a interação entre empresa e consumidor. Quando voltarmos ao normal, estar presente será questão de opção?
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08 de julho | 19h - 19h30
O futuro já chegou, mas ele não está bem distribuído
Flávia Verginelli
Diretora de Produtos e Inovação do Google Brasil
A cidadania digital passa pela inclusão social, permitindo que todas as pessoas possam utilizar a internet para estudar, empreender e fazer comércio. Falta muito para o Brasil ser um país 100% digital?
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09 de julho | 10h - 11h
Brasil polarizado: é preciso escolher um lado?
Rafael Poço
Coordenador do Despolarize
A polarização, por si só, não é um fenômeno recente. A polarização política sempre existiu e é um combustível saudável para o exercício democrático, porque a sociedade é complexa, plural e tem uma tendência de buscar visões ideológicas distintas. A diferença é que a política atual é movida por um sentimento de ódio, alimentada por fake news e muito rancor, que tornam tóxica a possibilidade de tratar com racionalidade o debate no espaço público.
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09 de julho | 11h - 12h
O diálogo da intolerância
Walter Longo
Empreendedor digital, palestrante internacional, sócio-diretor da Unimark

Renato Meirelles
Presidente do Instituto Locomotiva
O Brasil transformou a crise sanitária numa crise política. A polarização predomina em praticamente todas as questões envolvendo a COVID-19: isolamento vertical x horizontal; “o Brasil não pode parar” x #fiqueemcasa; usar cloroquina x aguardar evidências científicas; “gripezinha” x doença sem precedentes; sensacionalismo x jornalismo; mantém ENEM x adia ENEM; e uma lista incontável de assuntos que foram altamente polemizados, com efeitos colaterais que chocaram líderes de todos os cantos do mundo. Quais os reflexos da polarização? Qual a influência das mídias sociais nesse cenário? Ter uma população mais envolvida com a política é mais importante do que tratar essa dualidade?
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09 de julho | 12h - 12h30
Histórias não contadas
Elice Dias
Professora e Estudante de Gerontologia da USP

Francine Sinnott
Dra. em Ciências Biológicas e Palestrante
Todo mundo tem uma história única e é ela que nos faz ser quem nós somos. Acreditamos demais no poder de boas histórias e é, por isso, que te convidamos a conhecer mais sobre a Elice Dias e a Francine Sinnott. Duas mulheres com jornadas que valem a pena ser compartilhadas. Porque o novo mundo chegou, mas são as pessoas que vão movimentá-lo na direção certa.
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09 de julho | 17h - 18h
O mito do herói
Lucia Helena Galvão
Filósofa
Aparentemente, os seres humanos precisam continuamente escolher uma figura heróica em suas vidas para conseguirem lidar com as suas questões cotidianas. No contexto político, isso se torna ainda mais latente: há um culto à figura do herói salvador da nação. Diante disso, surgem alguns questionamentos: por que os seres humanos são atraídos por histórias de heróis e precisam tanto desta imagem em suas vidas cotidianas? Desde quando essa necessidade por figuras heróicas se tornou tão evidente na sociedade humana? O herói político é alimentado pela falta de esperança da população ou pela falta de confiança de que sozinho ela não consegue? Qual o limite entre admiração e fanatismo?
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09 de julho | 18h - 19h
De influenciadores a cancelados
Felipe Solari
Apresentador e criador do podcast Sistema Solari

Otaviano Costa
Apresentador, ator e radialista brasileiro
Diferente das grandes celebridades, inacessíveis e milionárias, os influenciadores digitais viraram fenômenos justamente por trazer um novo contexto de “gente como a gente”. O número de influenciadores na Internet tornou-se incontável e firmou uma cultura que envolve posts, likes, fama e dinheiro, bem diferente da proposta inicial. Porém, a pandemia do novo coronavírus desnudou e inverteu esse modelo de negócio: o mundo está exigindo cada vez mais que pessoas famosas ajam em nome do coletivo e usem da influência para compartilhar algo que ajude, de fato, a vida de outras pessoas. Estamos dando voz e palco para pessoas pouco preparadas? Faltam referências positivas? Da idólatra ao hater: quando e como se posicionar diante atitudes que não concordamos?
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09 de julho | 19h - 19h30
Antes cedo do que nunca
DJ Rivkah
DJ mais jovem do Brasil e a produtora musical mais jovem do mundo
A história de uma menina que decidiu apressar um pouco as coisas e quebrar paradigmas desde cedo. Aos 12 anos, é a DJ mais jovem do Brasil e a produtora musical mais jovem do mundo. E você, vai se contentar em ser apenas um seguidor?
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10 de julho | 10h - 11h
“Infodemia” da desinformação
Renato Opice Blum
Advogado e Economista
Já não bastasse a preocupação a qual recai sobre o assunto em si, a pandemia do novo coronavírus foi o epicentro de vários boatos na internet. As pessoas foram - e ainda estão - expostas a inverdades capazes de se disseminarem bem mais rápido que o próprio vírus. Notícias falsas causam uma crise grave no jornalismo contemporâneo e, por envolverem muitas vezes o emocional de várias pessoas, são extremamente nocivas para população. De quem é a responsabilidade e como combater esse mal?
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10 de julho | 11h - 12h
Todo dia é primeiro de abril?
Natalia Leal
Diretora de conteúdo da Agência Lupa

Alana Rizzo
Cofundadora do Redes Cordiais

Caio Blinder
Jornalista e palestrante
Quando as pessoas estão consumindo informação, elas têm a tendência de querer confirmar as próprias crenças. Além disso, elas tomam como verdade quando acessam informações encaminhadas por pessoas que confiam ou que, de modo geral, pensam igual a elas. Nesse movimento - e falando especificamente do momento atual - é possível identificar um rechaço à ciência e uma disseminação de fake news a respeito dos tratamentos e prevenções do novo coronavírus. Como diferenciar o que é verdade e o que é mentira? Existe neutralidade na cobertura midiática? Manipulação x Credibilidade: como se manter informado e não cair em armadilhas fantasiadas de notícias? Por que é importante garantir a liberdade de imprensa?
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10 de julho | 12h - 12h30
Vítimas do critério
Walter Longo
Empreendedor digital, palestrante internacional, sócio-diretor da Unimark
Chegamos em um presente onde os sábios têm incertezas e os ignorantes cada vez mais certezas. Falamos muito e ouvimos pouco. Estamos na era de Fake News e Fake People, onde há um enorme abismo entre o que é realidade e o que é percepção. Como chegamos a esse ponto e por que nos tornamos vítimas do critério?
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10 de julho | 18h - 19h
O mal do século é o mal do agora
Ricardo Gondim
Teólogo e Pastor

Beto Pandiani
Velejador, palestrante e escritor

Teofilo Hayashi
Fundador do movimento Dunamis
A solidão, a privação do abraço, a desaceleração forçada que nos apresenta uma nova dimensão de tempo. Com a pandemia do novo coronavírus, a população sofreu uma alteração súbita de seu estado emocional. A ameaça traz um estado de alerta para o corpo e ele dedica sua inteligência para combatê-la. Quando o desfecho não acontece, ou seja, quando o ciclo não se fecha, como é o caso da pandemia que ainda está em curso, a ansiedade - combinado com o estresse - são mantidos, provocando alterações de comportamento. A vontade de retomar o controle da nossa vida fica cada vez mais latente, mas será que, de fato, temos esse controle? Como lidar com as frustrações de não conseguir se adaptar às mudanças impostas pela pandemia e pelo isolamento? Qual a importância da fé, da introspecção e do autoconhecimento? Como lidar com o luto e a ausência de despedida?
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10 de julho | 19h - 19h30
O mundo que você quer construir
Rafa Brites
Influenciadora de Jornadas, apresentadora e empreendedora
O medo e a insegurança tomam conta em momentos como o de uma pandemia sem precedentes na história. E, diante disso, existe uma escolha: a de permanecer no meio ao caos, reclamar, se deixar envolver pelo pessimismo e clima negativo; ou a de agir, transformar, criar e crescer.
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